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domingo, 19 de agosto de 2012

III - Kelly, Astaire, Minelli e Bernstein.


Cyd Charisse

Os musicais criaram grandes bailarinos, além de Kelly e Fred Astaire, este último um virtuose. Ginger Rogers era a parceira favorita dos dançarinos da época, reinado somente ameaçado por Cyd Charisse (foto), conhecida como dona das mais belas pernas do cinema. Gene Kelly embrenhou-se nas searas da direção, coreografia, cenários, além de dançar, incorporando novas técnicas à chamada sétima arte. “Um Americano em Paris” (1951), de Vincent Minelli, termina com um deslumbrante balé de 18 minutos,  e “Gigi” (1958) foi um dos últimos clássicos musicais escritos especialmente para o cinema.
Hollywood passou a sucumbir às adaptações de musicais de teatros, tentada por produções já prontas, mais rápidas e lucrativas do que criações próprias para o cinema. Passou a usar títulos conhecidos da literatura. Vieram Guys and Dolls (1955), The King and I (1956) e West Side Story (1961) - com belíssima música de ninguém menos que Leonard Bernstein, uma dos maiores regentes sinfônicos americanos. Outras adaptações clássicas foram My Fair Lady (1964), apresentada com sucesso nos palcos brasileiros por Paulo Autran e Tônia Carreiro, e The Sound of Music (1959), título que sabe-se lá o porquê foi traduzido no Brasil como “A Noviça Rebelde”. [Veja e ouça abaixo o clipe de excelente cena de West Side Story].

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