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domingo, 16 de setembro de 2012

II – Jacqueline Du Pré: o amor e o mito.

"Magic" Jacquie no auge

Em suas andanças, Barenboim conheceu a bela violoncelista britânica Jacqueline Du Pré (confira o link no final do texto), para mim e para muitos a ‘número um’, a eleita. Nascida em 1945, foi talvez uma das musicistas mais inspiradas do século XX. Prodigioso talento, ela aprendia e memorizava com a naturalidade dos gênios: e era como um deles que ela tocava, brincando, sorrindo, levando ao extremo a idéia de que jouer, spiel e to play, em francês, alemão e em inglês, significam tanto tocar quanto brincar (a língua portuguesa fica nos devendo essa). Barenboim entregou-se a Jacqueline apaixonadamente, e abraçou não apenas um par e cúmplice musical da maior grandeza: encontrara o elo entre a música e o espírito, a razão de sua vida. Jacquie e Daniel apresentavam-se juntos, ora tendo ele como regente e ela como solista, ora em duo, trios ou quartetos com grandes musicistas amigos do casal. Sempre com o espírito de brincadeira musical. Veja e ouça abaixo Gravação de 1967 com Jacqueline ao cello e Barenboim regendo a Filarmônica de Londres no 1º movimento do concerto para violoncelo e orquestra de Elgar. Almas gêmeas... Veja e ouça abaixo a magia de Jacquie, no 1° movimento do Concerto para violoncelo de Elgar.

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